"You were born an original. Don't die a copy!" - John Mason

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Mas que Bom Sacana!



Enquanto lemos este post, podemos ouvir isto

"Por vezes um email enviado às 12.22 para uma amiga com a pergunta "almoçamos?" não envolve necessariamente faca e garfo. Provavelmente melhor teria dito "almoçamo-nos"? Muitas quecas da hora de almoço começam assim. Pelo(a) sacana a tentar a sua sorte, um sorrisinho devolvido por correio electrónico e off we go. Sem testemunhas e a galope entre as 13.00 e as 14.15, para dar tempo de ainda trincar (mais) qualquer coisa. Chega-se logo ao trabalho com outra cor, outra graça. "Nem deu tempo para tirar o relógio do pulso". Uma pessoa ri-se do risco. Do segredo. E finalmente do atrevimento. Redescobre-se o animal sexual. Cantarola-se com orgulho infantil "eu gosto muito de panquecas quecas quecas".

E há dias em que é ao contrário. Não me apetece ser fácil. Há limites para foder com quem não se ama. E depois eu gosto de alguma intimidade. O hábito do cheiro de alguém, conversar em voz baixa, ouvir alguém dormir e soar a normalidade, aceitar fazer parte desse fechar de olhos, com um contacto físico ligeiro, ganhando o direito ao toque sem acordar. Toda a queca é boa e todos somos aperitivos uns dos outros. Mas sem partilha fomos apenas mais uma refeição. Àquela hora que ninguém desconfia e cujo único registo foi um email entretanto convenientemente apagado."


Retirado daqui.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Vocês atentem bem nisto que é para eu não me chatear!



Façam um favor a vós próprios, sim?
E aos que vos rodeiam. É que cansa (e chega mesmo a irritar) ter que repetir várias vezes a mesma coisa até que isto entre vos entre na cabeça.
Até poderia repetir isto 1000 vezes a um amigo que precisasse de o ouvir mas porra, abram lá os olhinhos, caiam na realidade. É básico!

(Não, não meti baixa (quem me dera, estava mesmo a precisar de umas férias). Ando ocupada, só isso.)

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Ai que não me apetece ir trabalhar e por isso vou meter baixa por depressão.

É o que está na moda na minha empresa.

Vou fazer isso. E depois vou passar os dias inteiros no facebook a fazer actualizações, publicar fotos e comentar tudo o que é perfil.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Psicopatia



Ao ler este post da Bad Girl, lembrei-me de uma pessoa que conheço, apesar da situação não ser a mesma.

O que sinto desta pessoa, é nojo. Repulsa. Não consigo sentir nada para além disso.
Dizem que pena é o pior sentimento que se pode ter por alguém. Eu também pensava que sim, mas com esta criatura, vi que estava errada. Pena é algo demasiado bom para se ter por esta coisa.
Não consigo explicar por palavras este nojo que sinto. Nunca senti nada assim por ninguém e ainda bem.

Não me entra na cabeça como é que alguém pode ser assim. Levar pessoas a gostar e confiar e depois só fazer merda.

Ser amiga da duas pessoas e inunda-las de mentiras um do outro até que estes acabem.
Inventar gravidezes para chamar a atenção das pessoas e depois, quando já não dá mais para continuar com a mentira, inventa abortos.
Inventar que namora com um homem, quando este é namorada da amiga.
Inventar a compra de uma casa, combinar um jantar de inauguração mas essa casa nunca chegou a existir e o jantar de inauguração nunca chegou a acontecer ou porque a casa ainda não estava pronta, porque havia um problema com a canalização ou porque faltavam algumas coisas para a sala.
Inventar que outra amiga tem muitos ciúmes dela, porque esta supostamente namora com um homem que a amiga supostamente gosta.
Inventar um carro que nunca existiu. A razão de nunca ter sido vista com o mesmo foi porque o assaltaram ou partiram-lhe os vidros e não podia levar o carro. A razão de já não ter carro foi porque teve um acidente e o carro ficou irreconhecível e foi para a sucata.
Quando se saía para algum lado, a pessoa em questão nunca conduzia ora porque tinha um pulso aberto ou uma dor no braço. Tudo isto para esconder que não tinha carta e claro, sendo assim, nunca poderia ter tido um carro.
Inventar namorados também foi uma das muitas façanhas. Namorados com quem nunca ninguém a via. Chegou ao ponto de inventar mortes da família do suposto namorado, como razão para este não a acompanhar.

Resumindo: Inventar toda uma vida. Muito social, com muito amor, muitos amigos e muito sucesso.

Todas estas estórias foram ditas a pessoas que ela pensava que não falariam entre si. Enganou-se. Tudo isto são coisas que foram descobertas anos depois. Quando, em certas situações, já não havia volta a dar.

Gentinha desta devia estar internada. Já foi posta contra a parede, foi dito para se tratar mas esta coisa não tem remédio e não tem consciência. Vai continuar a viver a vida dos outros e brincar ao faz de conta. Levar pontapés no cu à medida que as pessoas vão descobrindo.
Deve ser triste viver assim e eu não tenho pena nenhuma. Tem tudo o que merece.

Nojo, muito nojo!

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Up... so sweet!


Já andava para ver este filme há uns tempos mas depois nunca calhava.
Hoje, devido a este post do Capitão, vi.

Vi, adorei e aconselho.

SOS

Vocês ainda se lembram DISTO?
Pronto, é que eu continuo à procura...

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Descobrir as diferenças



Conseguiram?
Não?
É porque não há! Até o narizinho...

Como se disse lá no blogue da Dora: HOMER DOES EXIST!!!

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

A minha manager



Pólo Norte Maria, ela mesma!

Tenho de dar uma palavra de apreço ao seu trabalho. Vende bem o produto, independentemente da qualidade do mesmo.

Leva é um bocadinho caro e ainda não recebi qualquer proposta para espectáculos. Não estou a perceber...