"You were born an original. Don't die a copy!" - John Mason

domingo, 19 de dezembro de 2010

Love


Confesso que não gosto do Natal mas não há nada que não faça pelo meu puto, e quando a minha mãe me informou que o meu irmão ia entrar numa peça de Natal da escola, lá troquei de horário laboral e no dia em questão, pus-me a caminho.

Estava curiosa para ver como é que um puto de 3 anos, que parece ter pilhas duracel dia e noite (com recarga automática) se ia portar numa peça de teatro.
Correu bem. Quando as cortinas ainda estavam fechadas, antes de começar a 2ª parte, lá apareceu ele, vestido de boneco de neve, por entre as cortinas a dizer adeus a toda a gente, tendo a educadora que ir lá busca-lo. Parecia que estava em casa, mais à vontade não era possível.

No final, veio o pai natal. Chamou todas as crianças, uma a uma, pelo nome, para entregar uma prenda. E quando o pai natal o chamou, e eu fui com ele ao colo lá buscar a prenda, o sorriso e a felicidade estampados na cara dele eram indescritíveis. Um sorriso e um brilho nos olhos do tamanho do mundo.

As crianças são tão ingénuas. Não deviam crescer nunca. Dói pensar que, inevitavelmente, vão sofrer.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Só para que fique registado

ADOREI!


(ver com muita atenção)

Quando voltam cá????

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Mas que Bom Sacana!



Enquanto lemos este post, podemos ouvir isto

"Por vezes um email enviado às 12.22 para uma amiga com a pergunta "almoçamos?" não envolve necessariamente faca e garfo. Provavelmente melhor teria dito "almoçamo-nos"? Muitas quecas da hora de almoço começam assim. Pelo(a) sacana a tentar a sua sorte, um sorrisinho devolvido por correio electrónico e off we go. Sem testemunhas e a galope entre as 13.00 e as 14.15, para dar tempo de ainda trincar (mais) qualquer coisa. Chega-se logo ao trabalho com outra cor, outra graça. "Nem deu tempo para tirar o relógio do pulso". Uma pessoa ri-se do risco. Do segredo. E finalmente do atrevimento. Redescobre-se o animal sexual. Cantarola-se com orgulho infantil "eu gosto muito de panquecas quecas quecas".

E há dias em que é ao contrário. Não me apetece ser fácil. Há limites para foder com quem não se ama. E depois eu gosto de alguma intimidade. O hábito do cheiro de alguém, conversar em voz baixa, ouvir alguém dormir e soar a normalidade, aceitar fazer parte desse fechar de olhos, com um contacto físico ligeiro, ganhando o direito ao toque sem acordar. Toda a queca é boa e todos somos aperitivos uns dos outros. Mas sem partilha fomos apenas mais uma refeição. Àquela hora que ninguém desconfia e cujo único registo foi um email entretanto convenientemente apagado."


Retirado daqui.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Vocês atentem bem nisto que é para eu não me chatear!



Façam um favor a vós próprios, sim?
E aos que vos rodeiam. É que cansa (e chega mesmo a irritar) ter que repetir várias vezes a mesma coisa até que isto entre vos entre na cabeça.
Até poderia repetir isto 1000 vezes a um amigo que precisasse de o ouvir mas porra, abram lá os olhinhos, caiam na realidade. É básico!

(Não, não meti baixa (quem me dera, estava mesmo a precisar de umas férias). Ando ocupada, só isso.)

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Ai que não me apetece ir trabalhar e por isso vou meter baixa por depressão.

É o que está na moda na minha empresa.

Vou fazer isso. E depois vou passar os dias inteiros no facebook a fazer actualizações, publicar fotos e comentar tudo o que é perfil.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Psicopatia



Ao ler este post da Bad Girl, lembrei-me de uma pessoa que conheço, apesar da situação não ser a mesma.

O que sinto desta pessoa, é nojo. Repulsa. Não consigo sentir nada para além disso.
Dizem que pena é o pior sentimento que se pode ter por alguém. Eu também pensava que sim, mas com esta criatura, vi que estava errada. Pena é algo demasiado bom para se ter por esta coisa.
Não consigo explicar por palavras este nojo que sinto. Nunca senti nada assim por ninguém e ainda bem.

Não me entra na cabeça como é que alguém pode ser assim. Levar pessoas a gostar e confiar e depois só fazer merda.

Ser amiga da duas pessoas e inunda-las de mentiras um do outro até que estes acabem.
Inventar gravidezes para chamar a atenção das pessoas e depois, quando já não dá mais para continuar com a mentira, inventa abortos.
Inventar que namora com um homem, quando este é namorada da amiga.
Inventar a compra de uma casa, combinar um jantar de inauguração mas essa casa nunca chegou a existir e o jantar de inauguração nunca chegou a acontecer ou porque a casa ainda não estava pronta, porque havia um problema com a canalização ou porque faltavam algumas coisas para a sala.
Inventar que outra amiga tem muitos ciúmes dela, porque esta supostamente namora com um homem que a amiga supostamente gosta.
Inventar um carro que nunca existiu. A razão de nunca ter sido vista com o mesmo foi porque o assaltaram ou partiram-lhe os vidros e não podia levar o carro. A razão de já não ter carro foi porque teve um acidente e o carro ficou irreconhecível e foi para a sucata.
Quando se saía para algum lado, a pessoa em questão nunca conduzia ora porque tinha um pulso aberto ou uma dor no braço. Tudo isto para esconder que não tinha carta e claro, sendo assim, nunca poderia ter tido um carro.
Inventar namorados também foi uma das muitas façanhas. Namorados com quem nunca ninguém a via. Chegou ao ponto de inventar mortes da família do suposto namorado, como razão para este não a acompanhar.

Resumindo: Inventar toda uma vida. Muito social, com muito amor, muitos amigos e muito sucesso.

Todas estas estórias foram ditas a pessoas que ela pensava que não falariam entre si. Enganou-se. Tudo isto são coisas que foram descobertas anos depois. Quando, em certas situações, já não havia volta a dar.

Gentinha desta devia estar internada. Já foi posta contra a parede, foi dito para se tratar mas esta coisa não tem remédio e não tem consciência. Vai continuar a viver a vida dos outros e brincar ao faz de conta. Levar pontapés no cu à medida que as pessoas vão descobrindo.
Deve ser triste viver assim e eu não tenho pena nenhuma. Tem tudo o que merece.

Nojo, muito nojo!

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Up... so sweet!


Já andava para ver este filme há uns tempos mas depois nunca calhava.
Hoje, devido a este post do Capitão, vi.

Vi, adorei e aconselho.

SOS

Vocês ainda se lembram DISTO?
Pronto, é que eu continuo à procura...